Moeda norte-americana recuou nesta segunda-feira (31), acompanhando o enfraquecimento do dólar no exterior e o avanço do petróleo; euro encerrou cotado a R$ 6,02
O dólar comercial encerrou a sessão desta segunda-feira (31) em queda de 0,31%, cotado a R$ 5,18. A moeda norte-americana iniciou o pregão em baixa, depois da valorização registrada na sessão anterior, e manteve trajetória negativa ao longo do dia.Por volta das 10h40, o dólar recuava 0,63%, refletindo um ambiente de menor força da moeda norte-americana no mercado internacional.
No Brasil, o movimento de valorização do real também foi favorecido pela alta dos preços do petróleo. O avanço da commodity pode contribuir para melhorar as contas externas brasileiras e oferecer suporte adicional à moeda nacional.
Formação da Ptax aumenta volatilidade
Além dos fatores externos, os investidores acompanharam a formação da Ptax de fim de mês. A taxa é utilizada como referência para diversos contratos financeiros, inclusive no mercado futuro de câmbio, e costuma provocar aumento da volatilidade nas negociações próximas ao encerramento do mês.
No mercado internacional, o índice DXY, que acompanha o desempenho do dólar diante de uma cesta de principais moedas globais, fechou aos 99,04 pontos.
Euro encerra cotado a R$ 6,02
O euro também apresentou cotação de destaque no mercado brasileiro. A moeda europeia encerrou o pregão desta segunda-feira cotada a R$ 6,02.
Principais cotações
De acordo com os dados da Investing.com, as principais relações entre as moedas e o real no fechamento foram:
- Dólar (USD): R$ 5,1853
- Euro (EUR): R$ 6,0241
- Libra esterlina (GBP): R$ 7,0235
- Franco suíço (CHF): R$ 6,4143
- Dólar canadense (CAD): R$ 3,7423
- Dólar australiano (AUD): R$ 3,7162
- Iene japonês (JPY): R$ 3,24548 por 100 ienes
No mercado internacional, o dólar era negociado a cerca de US$ 1,1616 por euro, enquanto a libra esterlina equivalia a aproximadamente US$ 1,3548.
O comportamento do câmbio segue condicionado à combinação entre os movimentos do dólar no exterior, os preços das commodities, especialmente o petróleo, e as expectativas dos investidores em relação ao cenário econômico brasileiro e internacional.
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